quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Consulta e Tratamento em Fisioterapia.. Traumato Ortopédica, Esportiva e de Alta Complexidade.



Atuando na zona sul do Rio de Janeiro, em consultório na Urca, e também em Home Care (Urca, Ipanema, Leblon, Lagoa e Jardim Botânico), mediante agendamento pelo telefone: 99759 1025

Especializado no exterior em atendimento de atletas de alto rendimento, atuando principalmente em reabilitação pré e pós cirúrgica do joelho e ombro.

Autor do livro "Introdução à Fisioterapia", Sistema Creative Communs, FGV, 2007.
Fisioterapeuta da Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro.

Fisioterapeuta Consultor da Confederação Brasileira de Triathlon - CBTri

Mestrando Ciências Sistema Musculoesquelético no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO)

Estágio Internacional no Centro de treinamento de Rio Maior, do Comitê Olímpico Português.

Vivências profissionais e estudos avançados nos: França, Portugal, Espanha, Holanda, Alemanha, Suíça, Índia, China, Bulgária, Rússia e África do Sul.

                                              Rugero Bulzing em Paris, 2012.

Missão
Enfocar dentro da fisioterapia o Sistema Musculoesqueletico na sua essência, oferecendo para os clientes credibilidade e confiança.

Visão
Atender os clientes com organização, ética, dedicação e competência, oferecendo o melhor no que diz respeito de Fisioterapia Traumatológica e Ortopédica.

Valores
- Integridade
- Transparência e Confiança
- Comprometimento

Agendamento:
21-997591025
ecofisio@gmail.com

Álbum Profissional: 
                                                          Valesca - Campeã Olímpica
                                                                 Saiba mais....


Equipe de Triathlon no Consulado Brasileiro em Mumbaí, na Ìndia - 2008

Seleção de Vôlei - Mundial 2011

Carla Moreno - Triathlon Brasil

Com Reinaldo Colucci, triatleta, em Portugal

Seleção Masculina Vôlei - 2014

Com a Seleção Brasileira de Triathlon - 2011
Treinamento em Rio Maior, Portugal

Treinamento Isocinético Especializado - 2013

Atuando em campo - Triathlon 2015

Jogos Mundiais - Rio 2012

Jogos Mundiais Militares - Rio 2011

Evento Fisioterapia e Qualidade de Vida 2015

Seleção Brasileira de Triathlon 2012

Prova em Copacabana - 2015

Coordenando treinamento funcional - 2014

Seleção Brasileira Triathlon - 2012

Em Portugal no Comitê Olímpico Português - 2012

No Ajax em Amsterdam - 2014

Trabalhando no Consulado do Brasil, na Índia 2010

Aída dos Santos - Vôlei Master 2011 - CBV Saquarema

Glaúcio Paredes e D. Aída - Vôlei Master 2012 - CBV Saquarema


Campeã Vôlei Master 2013 - CBV Saquarema

Campeonato Mundial Vôlei na Holanda - 2012

Treinamento Alto Rendimento, na Urca, Rio de Janeiro

Trabalhando Etapa Open Banco Brasil Vôlei de Praia
Com Emanuel e Alisson


Copa da Europa de Vôlei de Praia, Alemanha - 2013

Mestrado em Ciências do Sistema Musculoesquelético 
Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia - 2014/2015

Campeonato Mundial Vôlei - Rio de Janeiro 2014

Avaliação Isocinética Vôlei de Praia - 2014

Maratonista - 2015

Mari Paraíba - 2014

Judo - 2015

 Formação pela Escola Francesa de Podoposturologia
Prof Jean Cloud - Paris - 2015

Vôlei de Praia - 2014

                                           Mariane Silva, medalhista PAN Toronto - 2015

Vitor Hugo dos Santos - Atletismo 100 e 200 m - 2015
Saiba mais.....

Seleção Brasileira de Triathlon 2015
Campeonato Mundial Coréia do Sul

Seminário de musculação aplicada à saúde, esporte e fitness.
Novembro de 2015 - INTO RJ

Rio 2016

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Exercício físico pode reduzir sintomas da asma, conclui estudo

Exercício físico pode reduzir sintomas da asma, conclui estudo Júlio Cordeiro/Agencia RBS
Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS
 
Por muitos anos, pacientes com asma recebiam de seus médicos a orientação de evitar atividade física para reduzir os riscos de broncoespasmo — fechamento das vias aéreas que gera dificuldades de respirar. No entanto, um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostra que praticar exercícios aeróbicos ajuda a diminuir em até 70% os sintomas da asma, doença crônica que afeta as vias respiratórias e o pulmão.

— Pode dançar, caminhar na praia, andar de bicicleta, o que mais agradar à pessoa — destacou o fisioterapeuta e professor da USP Celso Carvalho, coordenador da pesquisa.
O estudo testou a reação de 58 pacientes asmáticos, divididos entre os que se exercitavam por 35 minutos em esteira, duas vezes por semana, e um grupo que não praticava atividades. O experimentou durou três meses e avaliou a hiperresponsividade brônquica, o que acontece quando o asmático tem as vias aéreas irritadas por ácaro, pó e poeira. A conclusão foi de que a inflamação diminuiu significativamente entre aqueles que praticaram exercícios, o que, segundo Carvalho, sugere que o exercício é anti-inflamatório e pode melhorar a qualidade de vida do paciente.

Além disso, a prática de atividade física também reduziu pela metade as idas ao pronto-socorro, que costumam ocorrer durante crises de asma, mesmo em pacientes que usam medicação adequadamente. O especialista ressalta que todos os participantes do estudo tomavam remédio para a doença, uma condição que também deve ser observada pelos asmáticos interessados em iniciar a prática de exercícios.

— O broncoespasmo pode acontecer no momento da atividade física de alta intensidade. Por isso, o acompanhamento médico e o uso de medicação são essenciais — alerta o professor.
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Ministério da Saúde e IBGE, 6,4 milhões de brasileiros acima de 18 anos sofrem com a asma. As mulheres são as mais atingidas: a prevalência é 39% maior entre elas.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Medalhista nos Jogos PAN Canadá



Mariana Silva, bronze no PAN do Canadá, visita Setor de Fisioterapia da Escola de Educação Física do Exército.

domingo, 26 de julho de 2015

Professor publica tese de doutorado em forma de quadrinhos nos EUA

Nick Sousanis desenhou e escreveu a tese "Unflattening"
Nick Sousanis desenhou e escreveu a tese "Unflattening"

Nada como ver a tese de doutorado publicada pela editora da Universidade de Harvard, uma das mais tradicionais do mundo, não? Para o norte-americano Nick Sousanis, o feito teve um gostinho ainda mais especial: todo o trabalho foi feito em formato de história em quadrinhos.
Intitulado "Unflattening", Sousanis, que agora tem pós-doutorado em HQs pela Universidade de Calgary, no Canadá, defendeu em sua tese a importância do pensamento visual no processo do ensino e da aprendizagem. "As imagens podem falar coisas fora do alcance da linguagem [escrita] e os quadrinhos têm o potencial de ampliar as possibilidades de comunicação. As imagens são, enquanto as palavras são", explicou. 
O pós-doutor não quis revelar a nota que tirou na tese, mas contou que foi o trabalho mais longo que já fez. "Eu passei! Eu tenho o meu doutorado [agora]", pensou ao ser aprovado. "Fui com minha esposa e filha de três semanas de idade para um passeio no Central Park logo em seguida! Foi um bom dia!", brincou.
Sousanis decidiu fugir dos padrões acadêmicos antes mesmo de ser aprovado no doutorado em educação pela Universidade de Columbia. Em 2008, ele aproveitou alguns quadrinhos educacionais que havia feito e entregou para a instituição de ensino como parte dos materiais de aplicação à pós-graduação. "Quando me candidatei, expressei minha intenção de fazer o trabalho [de doutorado] em forma de quadrinhos. E acho que eu acertei o momento ao fazer isso. Houve mais recepção aos quadrinhos do que nunca", relembrou.
Em 2011, iniciou o projeto "Unflattening" e tanto os acadêmicos da instituição quanto os produtores de quadrinhos abraçaram a ideia, segundo o ex-aluno. O doutorado foi concluído em 2014 e o livro publicado no começo deste ano. "Precisamos incentivar esse tipo de alfabetização visual e eu acho que os quadrinhos se prestam bem para fazer isso acontecer."
Cortesia Harvard University Press
"Unflattening é o que o leitor decide o que é", definou o autor

"Unflattening"

O nome "Unflattening" (algo como "não nivelado", em tradução livre) surgiu da vontade do autor de representar ideias e histórias em planos além da linguagem escrita. O objetivo foi valorizar o uso da imagem como forma de comunicação e estimular o leitor a refletir sobre diferentes pontos de vistas.
"Unflattening é o que o leitor decide o que é. Eu uso metáforas visuais e verbais para tornar os conceitos mais acessíveis, mas nunca os simplificando. O texto por si só pode ser um fator limitante e imagens são como parte integrante do significado como texto", detalhou.
"Estou emocionado em ver como as pessoas se envolveram profundamente com ele ["Unflattening"] e como ele já está sendo usado em uma variedade de salas de aula."

Paixão desde cedo

Os quadrinhos o fascinam desde quando ele era bebê. Tanto que Batman acabou sendo a primeira palavra que Sousanis falou – seu irmão mais velho lia as histórias em quadrinhos do personagem na época. Já os primeiros traços foram feitos por brincadeira quando criança.
Apesar da paixão, o jovem trilhou outros caminhos em sua vida acadêmica. Sousanis é matemático por formação. Porém, voltou aos quadrinhos quando começou a trabalhar com artes depois de formado. "Voltei aos quadrinhos em pleno vigor mais tarde. Primeiro, ao fazer alguns quadrinhos políticos e, em seguida, alguns quadrinhos educativos sobre arte e jogos", relembrou.
"Eu gostaria de pensar que o desenho um dia será considerado parte de uma alfabetização vital que não apenas para os sete anos, mas que continue a nos nutrir por toda a vida", acrescentou.
Cortesia Harvard University Press
"Eu gostaria de pensar que o desenho um dia será considerado parte de uma alfabetização vital que não apenas para os sete anos, mas que continue a nos nutrir por toda a vida"

Na sala de aula

Sousanis acredita muito no potencial dos quadrinhos na sala de aula. Para ele as HQs oferecem um meio distinto e importante para a organização dos pensamentos. Além disso, ele defende que os quadrinhos são importantes ferramentas de comunicação sobre qualquer assunto e em qualquer campo.
"Os méritos da alfabetização com os quadrinhos para leitores com dificuldades têm sido bem documentados. Talvez em algum momento eles não serão apenas formas 'alternativas' [para usar na sala de aula]", afirmou.

sábado, 25 de julho de 2015

Into começa captação de ossos e tendões em todo o país

A cada doação, de 30 a 40 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) são beneficiados com transplantes

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), órgão do Ministério da Saúde sediado no Rio de Janeiro (RJ), expandiu para todo o Brasil a captação de ossos e tendões de seu Banco de Tecidos. Uma equipe médica começou a testar com êxito o piloto desse tipo de procedimento em maio, no município de Arapongas, interior do Paraná. Neste mês de julho, já estruturada, a captação em outros estados tornou-se rotina no Into.

Na prática, o Instituto amplia sua atuação no país e deixa de depender apenas das doações realizadas no estado. “Ao capacitar nossas equipes para ir a qualquer ponto do país fazer as captações, demos um passo crucial para contornar eventual escassez de doadores. Atendemos à necessidade do SUS como um todo em cirurgias ortopédicas que necessitem de um transplante, não só as que ocorrem dentro do Into. Disponibilizamos aqui material para transplantes para quaisquer hospitais que o realizem”, ressalta o diretor do Into, João Matheus Guimarães.

Único hospital brasileiro e um dos 19 do mundo que integram a International Society of Orthopaedic Centers (ISOC), que congrega os melhores hospitais de ortopedia existentes, o Into já capta, processa e disponibiliza tecidos humanos (nos quais estão incluídos ossos e córneas) há 16 anos. Uma única doação, sempre realizada sob autorização dos familiares de pacientes com morte cerebral, beneficia em média de 30 a 40 pessoas à espera dos mais variados tipos de transplantes ortopédicos pelo SUS.

Até agora, todas as captações de tecidos ósseos e tendões do Into tinham como origem doadores do estado do Rio de Janeiro. É essa limitação que o Into rompeu. Pacientes como a estudante universitária Mariana Flores, 20 anos, são os beneficiados desse tipo de ação. Ela precisou de transplante de fêmur aos 13 anos e novamente aos 15, depois de ser diagnosticada com tumor maligno. Nas duas cirurgias, utilizou material do Banco de Tecidos do Into.

“Hoje o meu dia a dia é normal, as cirurgias que fiz não me impedem de fazer nada. Faço academia e musculação, todas as minhas atividades, como qualquer outra pessoa”, conta ela, que decidiu cursar Medicina depois de passar três anos internada ou se recuperando de cirurgias no Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) e no Into. Hoje, é estudante da UERJ.

TABU – De 2010 a 2013, as doações vinham em crescimento. Em 2014, se estabilizaram. Neste ano, não há tendência de aumento. Segundo o chefe do Banco de Tecidos do Into, Rafael Prinz, este tipo específico de doação enfrenta ainda hoje um tabu. Em pesquisas prévias realizadas no próprio Into, sua equipe constatou que há receio da população de que os corpos dos doadores não sejam entregues íntegros às famílias. Isso porque as equipes médicas retiram ossos e tendões dos braços e pernas.

“Lidamos com o desconhecimento, com uma visão que, em relação aos transplantes de órgãos em geral, já foi até superada. A verdade é que na captação do que chamamos tecidos musculoesqueléticos (ossos e tendões), nas regiões onde ocorre o procedimento, é realizada a reconstrução com material sintético. Os corpos são sempre entregues íntegros”, esclarece Prinz.

O Into mantém equipes preparadas para realizar captações 24 horas por dia, 365 dias do ano. Todo o procedimento, desde a captação, processamento, armazenamento e distribuição do transplante é gratuito para o receptor.

Fonte: http://www.into.saude.gov.br/noticiasAtuais.aspx?id=475

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Into já supera as 5 mil cirurgias em 2015

 Todos os procedimentos cirúrgicos e atendimentos ambulatoriais do Instituto são realizados pelo SUS




















O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), órgão do Ministério da Saúde sediado no Rio de Janeiro (RJ), encerrou o primeiro semestre de 2015 alcançando a marca de 5.074 cirurgias. Esse número representa 48,8% da meta anual acordada entre a direção do Into com a Justiça Federal, Ministério Público Federal e Defensoria Pública para a redução do tempo de espera na fila de cirurgias. O objetivo do Instituto até o final do ano é chegar a 10,5 mil cirurgias.

Todos os procedimentos cirúrgicos e atendimentos ambulatoriais (consultas e tratamentos de reabilitação pós-cirúrgica, por exemplo) são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No ano passado inteiro, o Into realizou 7.560 cirurgias. São 21 salas de cirurgia e 321 leitos no complexo localizado na Avenida Brasil.

Instituto recebe pacientes de todo o país e, este ano, já realizou três mutirões de cirurgias de joelho e quadril, algumas das especialidades com maior número de pacientes na fila, no Acre e em Rondônia. No dia 20 deste mês, uma equipe de especialistas do Into do Projeto Suporte retorna a Rondônia para mais um mutirão de cirurgias de quadril. Os mutirões beneficiam pacientes de locais com menor estrutura para procedimentos de alta complexidade, especialmente a Região Norte do país.

“Temos a preocupação não só de reduzir a fila de cirurgias, mas o tempo de espera de cada paciente na fila”, ressalta o diretor do Into, João Matheus Guimarães. No Into, 36% das cirurgias realizadas em 2015 são consideradas de alta complexidade, percentual que vem aumentando ao longo dos anos, já que o Into é a referência ortopédica do SUS e a única instituição com condições de realizar alguns desses procedimentos. O Into é também o único hospital brasileiro e um dos 18 do mundo que integram a International Society of Orthopaedic Centers (ISOC), organismo que congrega os melhores hospitais de ortopedia existentes.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Specialist podoposturologia by French School

Rugero Bulzing obteve a Certificação Internacional em Podoposturologia com um dos criadores da técnica, o francês Jean-Claude Gaillet. que é pioneiro mundial da técnica e professor de Podoposturologia na Universidade de Reims em Barcelona.













Fotos: Ricardo Teixeira
Fonte: Rugero Bulzing